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Delegada Sato 15515
Delegada Sato 15515, Candidata a Deputada Estadual. Chega de medo.

Cinquenta anos na segurança pública. Primeira mulher a dirigir o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa. Uma vida ouvindo quem ninguém escuta.

Delegada Sato

Quem viveu a segurança pública por dentro sabe o que precisa mudar

Filha de um tintureiro japonês e de uma empregada doméstica mineira, Elisabete Sato construiu uma carreira inteira dentro da investigação criminal em São Paulo. Chegou onde nenhuma mulher havia chegado e formou gerações de policiais.

Foram cinco décadas ouvindo quem chega à delegacia no pior dia da própria vida. Da investigação de homicídios ao atendimento de mulheres ameaçadas, ela construiu uma leitura da segurança pública que não cabe em discurso de campanha: a de quem precisou decidir, na prática, o que fazer quando o Estado chega tarde.

Reconhecimento

Mestre em Psicologia Educacional. Condecorada com a Medalha Sérgio Vieira de Mello, do Parlamento Mundial para Segurança e Paz, e com o Diploma Governador Mário Covas de Direitos Humanos.

Uma carreira inteira na mesma missão

Autoridade não se constrói em campanha. Se constrói ao longo de décadas, decisão por decisão.

1976

O começo

Entra na Polícia Civil de São Paulo, aos 18 anos.

1988

Direito

Forma-se em Direito e assume a carreira de delegada.

2004

Academia

Torna-se professora da Academia de Polícia, formando novas gerações.

2013-2018

Pioneirismo no DHPP

Primeira mulher a dirigir o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa.

2019-2022

Delegada Geral Adjunta

Assume a Delegacia Geral de Polícia Adjunta, até abril de 2022.

2022

De volta ao DHPP

De abril a dezembro, retorna ao comando do Departamento de Homicídios.

2023

Acadepol

Classificada na Academia de Polícia, coordena o grupo de Violência Doméstica e de Gênero.

2026

Nova missão

Candidata a Deputada Estadual para levar 50 anos de experiência à Assembleia.

Onde a segurança pública acontece de verdade

Investigação de rua, comando institucional, sala de aula e atendimento à vítima. Cinco frentes que formaram a delegada que hoje se candidata.

COMANDOU

Departamento de Homicídios

Primeira mulher a dirigir o DHPP, responsável pelos casos mais complexos do estado.

ATENDEU

Delegacia de Defesa da Mulher

Atuação na 1ª DDM da capital, ouvindo e investigando violência doméstica e de gênero.

FORMOU

Academia de Polícia

Professora desde 2004, responsável pela formação de gerações de policiais civis.

COORDENOU

Direitos humanos e gênero

Coordena na Acadepol o grupo de Violência Doméstica e de Gênero.

ESTUDOU

Produção acadêmica

Autora do livro Violência Sexual Infantil, pela Editora Mizuno, e de artigos científicos na área.

As bandeiras que vou levar para a Assembleia

Oito frentes de trabalho construídas a partir do que eu vi em cinco décadas de polícia — e do que São Paulo cobra todos os dias.

Tecnologia contra o crime

O criminoso está usando tecnologia. A polícia precisa estar um passo à frente.

  • Mais recursos para inteligência policial e análise criminal
  • Integração de informações entre Estado e municípios
  • Fortalecimento das operações contra receptação e desmanches
  • Fiscalização dos recursos destinados à tecnologia das polícias

Proteção real para as mulheres

Uma mulher não pode denunciar um agressor e continuar sozinha com o medo.

  • Medida protetiva com alerta, acompanhamento e resposta rápida
  • Botão do pânico integrado entre polícias, municípios e rede de proteção
  • Monitoramento eletrônico do agressor nos casos determinados pela Justiça
  • Protocolos de avaliação de risco para agir antes do feminicídio

Crianças e adolescentes

A violência não pode tirar uma mãe e depois roubar também o futuro dos filhos.

  • Política estadual de acolhimento aos órfãos do feminicídio
  • Apoio psicológico, assistência social e acompanhamento escolar
  • Capacitação para identificar sinais de abuso e violência
  • Enfrentamento do aliciamento e da exploração digital

Segurança digital para todos

Hoje o criminoso não precisa entrar na sua casa. Ele pode entrar pelo seu celular.

  • Mais estrutura para investigação de crimes digitais
  • Campanhas permanentes de prevenção a golpes
  • Proteção de idosos e pessoas mais vulneráveis
  • Formação policial para fraudes, voz clonada e deepfakes

Defesa de quem defende

Não dá para exigir uma polícia cada vez melhor e esquecer de quem veste a camisa todos os dias.

  • Valorização profissional e melhores condições de trabalho
  • Políticas de saúde mental para as forças de segurança
  • Cobrança por reposição de efetivo e avanços nas carreiras
  • Modernização da formação policial e da ACADEPOL

Integração entre as forças

O criminoso não pode se beneficiar da falta de comunicação do Estado.

  • Convênios e protocolos de cooperação entre Estado e municípios
  • Compartilhamento de informações entre Polícia Civil, Militar e Guardas
  • Cada força com sua competência, todas trabalhando juntas
  • Aproximação da segurança com universidades e centros de pesquisa

Mandato participativo

Deputado não foi eleito só para fazer discurso. Foi eleito também para fiscalizar.

  • Fiscalização de onde o dinheiro da segurança está sendo aplicado
  • Espaço permanente para ouvir policiais, mulheres e famílias
  • Prestação de contas pública do trabalho do mandato
  • Canal aberto para a população ajudar a definir prioridades

Comunidade nikkei: memória e futuro

Eu carrego no meu sobrenome uma história que começou muito antes de mim.

  • Preservação da história da imigração japonesa em São Paulo
  • Apoio às entidades que cuidam de idosos e pessoas com deficiência
  • Valorização dos espaços culturais construídos por gerações
  • Preparação para os 120 anos da imigração japonesa, em 2028

Por que essa pauta não pode esperar

Os números de São Paulo e do Brasil explicam a urgência melhor do que qualquer discurso.

01 71%

dos paulistanos apontam a segurança pública como o principal problema da cidade

02 1.571

mulheres vítimas de feminicídio no Brasil em 2025, o maior número da série histórica

03 270

feminicídios só no estado de São Paulo em 2025, alta de 96% desde 2021

04 66%

dos feminicídios acontecem dentro da própria casa da vítima

Fontes: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Retrato dos Feminicídios no Brasil (2026); Rede Nossa São Paulo, Pesquisa Viver em São Paulo.

Guia de proteção à mulher

Informação no tempo certo interrompe o ciclo da violência. Toque em cada tópico para entender seus direitos.

Os 5 tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha
Física
Qualquer conduta que ofenda a integridade ou a saúde do corpo: empurrões, tapas, socos, queimaduras, lesões.
Psicológica
Humilhação, ameaça, chantagem, vigilância constante, isolamento da família e dos amigos, controle do que você veste ou com quem fala.
Sexual
Qualquer relação sexual não consentida, incluindo dentro do casamento, e a proibição de usar métodos contraceptivos.
Patrimonial
Reter ou destruir seus documentos, bens e dinheiro, ou controlar o que você pode ou não comprar.
Moral
Calúnia, difamação e injúria, inclusive quando feitas nas redes sociais ou por mensagem.

Violência não começa no soco. Começa no controle, na ameaça e no isolamento.

O ciclo da violência e por que ele se repete
1TensãoIrritação, ameaças, silêncio agressivo. A mulher tenta agradar para evitar o conflito.
2ExplosãoA agressão acontece. É o momento de maior risco físico.
3ReconciliaçãoPedidos de desculpa, promessas de mudança, presentes. A chamada lua de mel.

O ciclo quase sempre recomeça — e cada volta costuma ser mais grave que a anterior.

O que é uma medida protetiva e o que ela garante

É uma decisão judicial de urgência que pode ser pedida na delegacia, sem advogado e sem custo. O juiz tem até 48 horas para decidir.

Afastamento do lar
O agressor é obrigado a sair da casa onde vocês moram.
Proibição de contato
Vale para ligação, mensagem, WhatsApp e redes sociais.
Distância mínima
O juiz fixa a distância que ele deve manter de você, dos seus filhos e de familiares.
Suspensão do porte de arma
Se ele tiver arma registrada, o porte pode ser suspenso.

Descumprir medida protetiva é crime. Se acontecer, ligue 190 na hora.

Como se preparar antes de denunciar

Se você está pensando em denunciar, alguns cuidados aumentam a sua segurança e ajudam a investigação.

Guarde as provas
Prints de mensagens, áudios, fotos de lesões e registros de atendimento médico.
Conte para alguém de confiança
Uma pessoa que saiba onde você está e possa acionar ajuda.
Tenha os documentos à mão
RG, CPF e documentos dos filhos, se possível guardados fora de casa.
Procure a delegacia
Qualquer delegacia registra a ocorrência. As Delegacias de Defesa da Mulher têm atendimento especializado.

Canais de denúncia

Saber quem chamar pode salvar uma vida. Todos funcionam 24 horas e são gratuitos.

190

Risco imediato

Polícia Militar. Acione quando a agressão está acontecendo agora ou há risco de morte.

Ligar 190
180

Central da Mulher

Orientação sobre direitos, leis e onde buscar atendimento. Acolhe e encaminha.

Ligar 180
181

Disque Denúncia

Anônimo. Para repassar informações que ajudem a investigação sem se expor.

Ligar 181
197

Polícia Civil

Registro de ocorrências e informações. Não é o canal para emergência imediata.

Ligar 197
Você não precisa ser a vítima para denunciar.

Se você ouve uma agressão na vizinhança, ligue 190. O sigilo é garantido e a sua ligação pode interromper uma violência que dura anos.

Delegada Sato
“O feminicídio quase nunca é surpresa. Ele tem uma história antes. E a gente pode interromper essa história.”
Delegada Sato Candidata a Deputada Estadual — 15515

Meus compromissos com São Paulo

O que eu me comprometo a fazer no mandato, com prazo, com projeto e com fiscalização.

Legislar com quem está na ponta

Projetos construídos junto com delegados, investigadores, agentes e vítimas.

Fiscalizar o orçamento da segurança

Acompanhar onde o dinheiro é aplicado e cobrar resultado por cada real investido.

Dar voz às vítimas de violência doméstica

Audiências públicas e canal direto para quem não é ouvida pelo sistema.

Levar segurança digital ao interior

Prevenção a golpes em todas as regiões, não só na capital.

Defender as forças de segurança

Salário, saúde mental e condições de trabalho dignas para quem protege o estado.

Prestar contas do mandato

Relatório público e aberto do que foi apresentado, votado e aprovado.

Entre no grupo da campanha

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