Departamento de Homicídios
Primeira mulher a dirigir o DHPP, responsável pelos casos mais complexos do estado.
Cinquenta anos na segurança pública. Primeira mulher a dirigir o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa. Uma vida ouvindo quem ninguém escuta.
Filha de um tintureiro japonês e de uma empregada doméstica mineira, Elisabete Sato construiu uma carreira inteira dentro da investigação criminal em São Paulo. Chegou onde nenhuma mulher havia chegado e formou gerações de policiais.
Foram cinco décadas ouvindo quem chega à delegacia no pior dia da própria vida. Da investigação de homicídios ao atendimento de mulheres ameaçadas, ela construiu uma leitura da segurança pública que não cabe em discurso de campanha: a de quem precisou decidir, na prática, o que fazer quando o Estado chega tarde.
Mestre em Psicologia Educacional. Condecorada com a Medalha Sérgio Vieira de Mello, do Parlamento Mundial para Segurança e Paz, e com o Diploma Governador Mário Covas de Direitos Humanos.
Autoridade não se constrói em campanha. Se constrói ao longo de décadas, decisão por decisão.
Entra na Polícia Civil de São Paulo, aos 18 anos.
Forma-se em Direito e assume a carreira de delegada.
Torna-se professora da Academia de Polícia, formando novas gerações.
Primeira mulher a dirigir o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa.
Assume a Delegacia Geral de Polícia Adjunta, até abril de 2022.
De abril a dezembro, retorna ao comando do Departamento de Homicídios.
Classificada na Academia de Polícia, coordena o grupo de Violência Doméstica e de Gênero.
Candidata a Deputada Estadual para levar 50 anos de experiência à Assembleia.
Investigação de rua, comando institucional, sala de aula e atendimento à vítima. Cinco frentes que formaram a delegada que hoje se candidata.
Primeira mulher a dirigir o DHPP, responsável pelos casos mais complexos do estado.
Atuação na 1ª DDM da capital, ouvindo e investigando violência doméstica e de gênero.
Professora desde 2004, responsável pela formação de gerações de policiais civis.
Coordena na Acadepol o grupo de Violência Doméstica e de Gênero.
Autora do livro Violência Sexual Infantil, pela Editora Mizuno, e de artigos científicos na área.
Oito frentes de trabalho construídas a partir do que eu vi em cinco décadas de polícia — e do que São Paulo cobra todos os dias.
O criminoso está usando tecnologia. A polícia precisa estar um passo à frente.
Uma mulher não pode denunciar um agressor e continuar sozinha com o medo.
A violência não pode tirar uma mãe e depois roubar também o futuro dos filhos.
Hoje o criminoso não precisa entrar na sua casa. Ele pode entrar pelo seu celular.
Não dá para exigir uma polícia cada vez melhor e esquecer de quem veste a camisa todos os dias.
O criminoso não pode se beneficiar da falta de comunicação do Estado.
Deputado não foi eleito só para fazer discurso. Foi eleito também para fiscalizar.
Eu carrego no meu sobrenome uma história que começou muito antes de mim.
Os números de São Paulo e do Brasil explicam a urgência melhor do que qualquer discurso.
dos paulistanos apontam a segurança pública como o principal problema da cidade
mulheres vítimas de feminicídio no Brasil em 2025, o maior número da série histórica
feminicídios só no estado de São Paulo em 2025, alta de 96% desde 2021
dos feminicídios acontecem dentro da própria casa da vítima
Fontes: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Retrato dos Feminicídios no Brasil (2026); Rede Nossa São Paulo, Pesquisa Viver em São Paulo.
Informação no tempo certo interrompe o ciclo da violência. Toque em cada tópico para entender seus direitos.
Violência não começa no soco. Começa no controle, na ameaça e no isolamento.
O ciclo quase sempre recomeça — e cada volta costuma ser mais grave que a anterior.
É uma decisão judicial de urgência que pode ser pedida na delegacia, sem advogado e sem custo. O juiz tem até 48 horas para decidir.
Descumprir medida protetiva é crime. Se acontecer, ligue 190 na hora.
Se você está pensando em denunciar, alguns cuidados aumentam a sua segurança e ajudam a investigação.
Saber quem chamar pode salvar uma vida. Todos funcionam 24 horas e são gratuitos.
Polícia Militar. Acione quando a agressão está acontecendo agora ou há risco de morte.
Ligar 190Orientação sobre direitos, leis e onde buscar atendimento. Acolhe e encaminha.
Ligar 180Anônimo. Para repassar informações que ajudem a investigação sem se expor.
Ligar 181Registro de ocorrências e informações. Não é o canal para emergência imediata.
Ligar 197Se você ouve uma agressão na vizinhança, ligue 190. O sigilo é garantido e a sua ligação pode interromper uma violência que dura anos.
“O feminicídio quase nunca é surpresa. Ele tem uma história antes. E a gente pode interromper essa história.”Delegada Sato Candidata a Deputada Estadual — 15515
O que eu me comprometo a fazer no mandato, com prazo, com projeto e com fiscalização.
Projetos construídos junto com delegados, investigadores, agentes e vítimas.
Acompanhar onde o dinheiro é aplicado e cobrar resultado por cada real investido.
Audiências públicas e canal direto para quem não é ouvida pelo sistema.
Prevenção a golpes em todas as regiões, não só na capital.
Salário, saúde mental e condições de trabalho dignas para quem protege o estado.
Relatório público e aberto do que foi apresentado, votado e aprovado.
Agenda, publicações e conteúdos de segurança pública direto no seu WhatsApp.
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